Era manhã de 1864 e Big Liz estava preparando o café da manhã de seus senhores quando o capataz da fazenda entrou na cozinha.
Quem sou eu
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Big Liz – Lenda Urbana
O taxista - Lenda Urbana
Osvaldo estava estacionado com se taxi na porta de um shopping esperando por clientes. Ele adorava seu trabalho, sempre conversava com gente diferente e até estranhas no modo de ser, depois de 23 anos de trabalhando como taxista ele pensava que já tinha visto de tudo. Já eram nove da noite de um domingo e ele estava pronto para ir embora, sua próxima corrida seria a última do dia.
“Esta livre?” – perguntou uma jovem que não devia passar dos vinte anos se aproximando do carro.
“Claro.” – respondeu Osvaldo abrindo a porta do taxi.
“Vamos para minha casa nesse endereço.” – disse a moça entregando um papel ao taxista.
O lugar ficava a meia hora do shopping, a passageira esteve sempre silenciosa, mesmo quando ele fazia uma pergunta ela somente respondia acenando com a cabeça. Em um momento do trajeto ela começou a chorar.
“O que foi? Posso fazer algo para te ajudar?” – perguntou o motorista preocupado.
“Só me leva para casa estou com saudades da minha mãe.”
Após chegarem ao local a jovem desceu do carro e disse que voltaria dentro de pouco tempo para lhe pagar. Vários minutos se passaram, mas garota não havia retornado. Osvaldo impaciente desceu do carro e tocou a campainha, uma mulher já de meia idade abriu a porta.
“Desculpe-me senhora, mas é que eu estou esperando já tem muito tempo no carro e eu tenho que ir embora, a senhora pode chamar a moça que entrou alguns minutos atrás para ela me pagar?”
“Não sei do que o senhor esta falando, aqui ninguém entrou, estou com meu marido e moramos somente os dois aqui.” – respondeu a mulher.
“Que isso, peguei a menina no shopping e a trouxe até aqui. Tinha mais ou menos dezoito ou vinte anos, cabelos longos castanhos e pele bem clara, ela estava até chorando, dizia que sentia saudades da mãe.”
Sem dizer nada a mulher entrou na casa e voltou com uma fotografia na mão.
“É essa a garota?” – perguntou ela mostrando a foto a Osvaldo.
“Essa mesmo.”
“Impossível, ela é minha filha, porém ela faleceu em um acidente de carro a mais de cinco anos em um acidente de carro quando voltava do shopping com alguns amigos.” – respondeu a mulher deixando as lagrimas escorrerem por seu rosto.
A Sinhá Desaparecida - Lendas Urbanas
Há mais de 200 anos, havia uma fazenda de café na região de Barra Velha, no município de Ilhabela, litoral norte de São Paulo. O dono desta fazenda era um velho coronel aposentado, de índole questionável, e casado com uma mulher bem mais jovem que ele.
A Carona - Histórias de Terror
A Mulher da Estrada
Essa também é muito conhecida, seu surgimento ocorreu em meados dos anos 50/60 devido ao grande crescimento de rodovias que se deu nesses anos. Na maioria das vezes, a lenda fala de uma mulher loira (que pode ser trocada por uma índia ou prostituta) que fica na beira da estrada pedindo carona para os motoristas que passam, quando um resolve parar (muitas vezes caminhoneiros) ela conduz a pessoa até um cemitério próximo, chegando lá a bela mulher desaparece deixando o motorista sem entender nada, logo depois ele a reconhece na foto de uma das lápides. Em outras versões ela simplesmente desaparece dentro do próprio veículo, depois o motorista descobre pelos moradores das redondezas que a moça havia sido atropelada há muitos anos naquela mesma estrada. Algumas vezes, antes de desaparecer, o espírito da mulher pede ao motorista que ele construa uma capela no lugar onde ele a encontrou para que assim ela possa finalmente descansar em paz. Há ainda versões em que ela se deita com o motorista que quando acorda no dia seguinte descobre que ela simplesmente desapareceu sem deixar vestígios de sua existência. Uma versão mais sangrenta diz que a loira, antes de desaparecer, seduz o motorista que quando tenta beijá-la, acaba perdendo a língua.
Outras versões dessa lenda se passam em cidades grandes e são protagonizadas por motoristas de táxi, nelas o taxista recebe uma passageira muito bela e jovem, ela pede uma corrida até um cemitério qualquer da região, chegando lá ela dá ao motorista o endereço de sua casa e diz que lá ele irá receber seu pagamento, no dia seguinte, quando o motorista vai receber o dinheiro, o pai da menina lhe diz que é impossível sua filha ter feito essa corrida, afinal, ela havia morrido há muitos anos. O taxista, sem entender nada, fica ainda mais confuso ao reconhecer numa foto a menina que ele conduziu no dia anterior.
Assinar:
Comentários (Atom)
